
A Filarmônica: O Sopro que Atravessa Gerações
Desde o alvorecer de 21 de outubro de 1906, a briosa Filarmônica Minerva ecoa seus maviosos sons pelas ruas e praças de Morro do Chapéu.

Desde o alvorecer do dia 21 de outubro de 1906, a briosa Filarmônica Minerva ecoa seus maviosos sons em alvoradas, missas solenes, leilões tradicionais, festas cívicas, políticas e comemorações populares em Morro do Chapéu e em todo o sertão baiano.
Composta por uma rica orquestração de sopro e percussão — incluindo trompetes, trombones, clarinetes, saxofones, bombardinos, tubas, pratos e bumbo —, a banda sempre se destacou pela execução precisa e virtuosa de dobrados, marchas e hinos imortais.
Mestres consagrados como o lendário Maestro Cícero Lemos e Ulisses Valois (o inesquecível Maestro Tota) legaram ao patrimônio da entidade partituras autorais que hoje são patrimônio imaterial da música brasileira.
As Alvoradas
O despertar festivo da cidade nas madrugadas de datas cívicas e padroeiros com dobrados solenes.
A Escola de Música
Formação instrumental gratuita para crianças e adolescentes, perpetuando o ofício de músico.
Encontros de Bandas
Participação de destaque nos encontros regionais de filarmônicas desde a pioneira edição de 1929.
Explore o Acervo de Partituras da Filarmônica
Obras digitalizadas com acesso completo às partes musicais no Google Drive.

